20/04/2016

O que acontece depois do desencarne - Segundo o Espiritismo

O que acontece depois do desencarne - Segundo o Espiritismo

16/05/2015

Todos temos um destino a cumprir, só que normalmente não sabemos

Nesta revisão dos blogs cá do maluco não é Minucha ?, lembrei-me hoje deste que tenho em sociedade com um grande amigo , uma daqueles que me recordo sempre que ouço o Roberto Carlos quando ouço Amigo (Você meu amigo de fé meu irmão camarada, amigo de tantos caminhos de tantas jornadas).

Hoje porém recordo este título do Nada vem por acaso par te contar uma história 

Os meus companheiros de escola sempre souberam da minha incompetência para trabalhos que requeiram aptidão manual, por exemplo nunca consegui passar em desenho. A certa altura da minha vida comecei sem saber porque razão a rabiscar uns desenhitos mais jeitosos e lembrei-me de começar a pintalgar algumas telas que por acaso nem saíram mal. Nessa época o meu neto era muito miúdo e lembro bem que uma das coisas que fez foi copiar um quadrito meu que era uma janela florida cheia de cor. Tenho a certeza que foi o facto de me ver fazer essas coisa e eu nesse tempo pintava  todos os dias que o inspirou para a paixão da vida dele o desenho como já sabes no seu Nariz elegante 

Hoje em dia, desapareceu-me por completo esse desejo de pintar , assim como se  por alguma razão , já tenha cumprido a minha missão terrena que ALGUÉM  me destinou.

Ontem ouvi perguntarem ao Roberto Carlos o que ele pensava de Deus e ele disse que não faz desaparecer a montanha , mas ajuda a subir ou ensina o caminho para a contornar.

19/07/2014

ganhar tracção

Todos os negócios sentem a dificuldade inicial de ganhar tracção até entrarem numa velocidade de cruzeiro. Os que provavelmente não o sentirão tanto, serão aqueles herdados e, que por isso, se limitam a dar continuidade podendo ou não inovar. Aqui não é o caso. Não é um negócio herdado, mas sim construído desde a 'primeira pedra' por cada um de nós que perceba que existem, efectivamente, duas valências: a de aprender e a de ganhar com isso.

No mundo dos negócios -e não importa se físicos se cibernéticos- há boa estrada, caminhos de pedras e grandes pântanos. Talvez por isso, muitas das vezes, tenhamos que nos comportar como autênticos Land Rover: ganhar boa tracção na parte lodosa, endireitar nas pedras e acelerar na boa estrada. E o resto é poeira.

Se não acreditasse que estou na boa estrada, não te escreveria isto aqui, nem poria (a)tracção neste texto. Acredita: been there done that.

A tua boa estrada tem ignição aqui.

09/07/2014

sim, é disto que te falo



Pronto. Agora que viste,  é aqui, se quiseres também. Nota porém, que estes rendimentos não são típicos nem garantidos e dão apenas uma ideia do potencial que -de facto- existe. Tudo depende de ti e do teu empenho assim como saberes/quereres seguir o plano. A realidade é esta: não há que inventar.

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marketing: está à nossa volta.

 
Sabemos, tu e eu, que é verdade este cliché: 'o objectivo do marketing é criar valor e simultaneamente satisfação no consumidor final gerindo relacionamentos lucrativos para ambas as partes'.  O marketing é, por isso, um processo social. Constantemente presente na nossa vida.

Numa empresa tradicional e onde tu não és o dono, mas apenas um colaborador e que tens, mero exemplo, a teu cargo um departamento de marketing, terás como missão promover os produtos e/ou serviços dessa empresa, missão essa que é remunerada na forma de salário mensal (à partida) e, eventualmente, mais um ou outro prémio, bónus, ou o que queiras chamar. Os produtos e/ou serviços que promoves, naturalmente, nunca serão teus e tão pouco os clientes, seja a base instalada, sejam os potenciais novos que surjam por via das campanhas que possas desenhar; são ambos pertença da empresa para a qual colaboras.

Por outro lado, se trabalhares para ti mesmo, a situação muda de figura: os produtos podem ser teus, os clientes/consumidores são teus e o marketing é teu também. E és (bem) pago sobre todos eles.  E é que se passa aqui na Empower Network.
Se decidires sair da tua actual zona de conforto (e repara: não precisas de abandonar nada) e abraçares uma outra realidade, ou um novo formato de negócio, então, tenho a certeza que não te vais arrepender. Poderás até pensar assim: 'ah! mas isso então é que é uma boa-vida'. Pode ser. Mas a tal 'boa-vida' depende única e exclusivamente de ti, do teu empenho, de venceres a tradicional resistência às coisas novas, de teres uma visão empreendedora.

Não há 'almoços grátis', sabes disso, certo? Mas podes transformar um singelo 'bitoque' num belo banquete. Sabes porquê? Porque dentro deste grupo de gente que está já 'deste lado de cá', estão aqui também para te apoiar e informar.
Comenta, pesquisa, pergunta. Sabes que mais? Tudo começa com um blog. Junta-te a nós.

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e liberdade, tens?


Liberdade é elemento qualificador da independência de qualquer ser humano. Quando te pergunto se 'tens liberdade', foco-me apenas numa vertente: a profissional. E porquê? Porque pura e simplesmente é disto que este texto pretende tratar, ou seja, da tua liberdade profissional, muito provavelmente a futura, depois de leres o que te pretendo passar como mensagem.

Nota o seguinte: há negócios que são bem esgalhados de raíz e seguem uma segura implementação e, por assim serem, estão na via certa do sucesso; outros existem que, não obstante a ideia boa que a mente desenha, a juzante chocam de frente com uma má estratégia, um mercado impreparado, um vazio de objectivo e um caminho de pedras destinado ao insucesso. Isto é passível de acontecer tanto num negócio teu como trabalhando para outrém.
É por isso que se torna importante separar o trigo do joio. Mais importante é quando se toma uma decisão -ou se redefine uma anterior ideia- de trabalhar para si próprio, eliminando hierarquias tradicionais, submissão, projectos obsoletos/démodé que, não raras vezes, nos trazem contrariedades e desânimo. Sei do que falo: been there done that. Acredita que sim.

Acabei por ficar com o trigo ao escolher a Empower Network e ao integrar-me num grupo de gente boa e feliz que dá pelo original nome de 'Lazy Millionaires League'. De 'lazy' ('mandrião') nada têm/temos, repara. A 'lazyness' ('mândria', assim numa tradução literal) vem precisamente da liberdade que temos para escolher onde/quando/o que queremos trabalhar numa base de negócio do século XXI: o marketing digital.

Neste negócio -que é teu também assim o queiras- tu tens duas vertentes importantes: aprendes e ganhas com isso. Quando escrevo 'ganhas', significa que, para além do valor formativo ganho em técnicas e ferramentas que provavelmente desconhecerás, tens igualmente o valor material, i.e.: o teu dinheiro ganho. E a 100%.
Se vens de um negócio tradicional, com escritório e/ou loja física, aqui não os tens, mas em contrapartida, o teu mercado é o mundo. E garanto-te: é muitooo grande.
Há que romper com o que não interessa do passado. E sim, eu sei que muitas vezes não é fácil, mas é de facto essencial para te libertares a ti próprio do tal joio. Se quiseres já hoje arrumar a capa do passado e vestir a camisola do futuro, começa aqui.
Até já.

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21/08/2011

06/07/2011

27/01/2011

vade retro


Um dia na vida de um padre exorcista.

17/11/2010

EQM

" [...] Eu estava fascinado. A certa altura, começo a ver o filme da minha vida ao contrário. A minha vida era pequenina, eu tinha dez anos, por isso o filme não terá durado muito tempo. Comecei a ver-me regredir e lembro-me perfeitamente de ver o berço em África -eu nasci em Angola- e lembro-me de ver a paisagem africana, na fazenda Tentativa, porque o meu pai trabalhava lá. Lembro-me também de me ver no regaço da minha mãe. Mas a sensação extraordinária que eu tinha era de um bem-estar absoluto.
De repente , acordo deitado e já tinham chamado os bombeiros para me levarem e me reanimarem. Aí é que foi extremamente doloroso e desagradável, esse regresso à vida, porque eu não queria nada. Eu queria era continuar naquela dimensão onde me sentia bem. [...] A vida é tão maçadora. Éuma chatice a pessoa andar numa trabalheira desgraçada para comer e para sobreviver.
Tem algu
ma graça pensarmos que só lá para o ano 5000 é que se tem os problemas resolvidos? Depois, fala-se em Deus, uma entidade extremamente perfeita. Ora, eu não sou Deus, mas não preciso de ser. Se eu fosse a criar o ser humano e a humanidade, criava coisas muito mais perfeitas do que estas que temos. Temos de nos socorrer de um certo humor, de um certo distanciamento das coisas e deixá-las correr. A receita do Agostinho da Silva era esta: isto é um rio e nós estamos a ser levados pela corrente. Não vale a pena esbracejar e tentar lutar contra a corrente porque nos afogamos. Há é que tentar boiar. [...] "

-Fernando Dacosta a Patícia Costa Dias in 'EQM- relatos verídicos'

10/11/2010

celestina

Na realidade, nunca entendi bem o propósito do filme:

13/08/2010

22/04/2010

citação

"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
-Chico Xavier-

12/04/2010

Omraam Mikhaël Aïvanhov (1900-1986)


"Nella vita si incontrano esseri in buona salute, belli, intelligenti, ricchi, che beneficiano delle migliori condizioni e riescono in tutto ciò che intraprendono, ed altri che, al contrario, sono talmente diseredati che, qualsiasi cosa facciano, passano di fallimento in fallimento. Qual è l’origine di questa ineguaglianza di condizioni? Molti sono spesso colpiti da ciò che sembra una vera ingiustizia del destino.
Se chiedete agli scienziati la ragione di quelle ineguaglianze, la maggioranza vi dirà che sono il frutto del caso.
E se andate ad interpellare dei preti, dei pastori, questi vi risponderanno che è la volontà di Dio.
Talvolta vi parleranno della predestinazione e della grazia, ma questo aggiunge un'ingiustizia in più. In ogni caso, dire “è la volontà di Dio” non è molto differente dal dire “è il caso…”"

Um filósofo interessante. A continuar a ler aqui

10/03/2010

medium: mantem-te acordado, ok?


snake temple-Penang/Malásia
Créditos: imagem telegraph.co.uk

07/02/2010

Brian L. Weiss

Perguntarão: mas quem é Brian Weiss?

Médico especialista, investigador e céptico em relação aos padrões fora do normal que ditam a vida. Ou parecem ditar.
'Living Dialogues', a quem deu uma entrevista, resume o seu currículo assim:
'A graduate of Columbia University and Yale Medical School, Brian L. Weiss M.D. is Chairman Emeritus of Psychiatry at the Mount Sinai Medical Center in Miami.'
O episódio que lhe afectou o cepticismo, esse, pode ser ouvido aqui.
Para ver também uma outra.